AMIGOS DO BLOG VEJA E SINTA SEJA UM MEMBRO

17 de mai de 2011

SE VOCÊ NÃO ACREDITA

Se você acredita que ?os donos do mundo?, que pretendem criar uma ?Nova Ordem Mundial?, não assassinaram 3.044 pessoas nos atentados de 11/9, também deve acreditar que é mentira que na Guerra do Iraque, o número de mortes varia de 800 mil a 1 milhão de inocentes.
?Nós não fazemos a contagem de corpos?,
disse o general americano Tommy Frank, que dirigiu a invasão no Iraque, comandada por George Bush. Os custos da ocupação militar passam de US$ 3 trilhões e já superam os gastos na guerra do Vietnã. Os cálculos são de Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia.
A verdade é que ?as cabeças chefes? da nação americana sabem que a Grande Depressão da década de 30 acabou quando os Estados Unidos foram guerrear na Europa em 1941, contra a Alemanha. A guerra acabou em 1945, com o lançamento das bombas atômicas pelos americanos em sobre Hiroshima e Nagasaki, quando mataram mais de 1.000.000 de pessoas.
Este constante processo de guerras tem sido mantido por todos os presidentes americanos desde então. Em 1950 fizeram a Guerra da Coréia, que durou até 1953. Nos anos 50 começa também a Guerra Fria com a Rússia, tendo seu auge a partir de 1959 com a Revolução Cubana.
A partir de 1960, os americanos intensificaram a sua presença no Vietnan, chegando a 550 mil homens em 1968, quando começou a guerra até 1972.
Em 1962, a crise dos mísseis quase culminou em uma terceira Guerra Mundial, quando o presidente Kennedy publicou as fotos e ameaçou atacar a URSS. A partir do episódio de Cuba, os EUA (CIA) participaram de uma seqüência de golpes de Estado na América Latina. Os americanos, abusando das precárias democracias, ajudaram a transformá-las em ditaduras militares em vários países. Os principais golpes, todos assessorados pela CIA, foram no Brasil (1964), Chile (1973) e Argentina (1976).
Em 1985, no Escândalo Irã-Contras, membros do Conselho Nacional de Segurança dos EUA, comandados pelo tenente Oliver North, começaram a vender armas através de Israel para a República Islâmica do Irã, então em guerra com o Iraque. O general Norman Schwarzkopf, comandante norte-americano, liderou o ataque ao Iraque em 24 de fevereiro de 1990.
Os EUA influíram também na revolução sandinista na Nicarágua (1979) que foi patrocinada pelos EUA. Mais recentemente, o ataque ao Afeganistão, depois do desastre de 11 de Setembro e a Guerra do Iraque iniciada em 20 de março de 2003.
Harry S. Truman, presidente americano que, em agosto de 1945, autorizou o bombardeio com armas de destruição em massa sobre Hiroshima e Nagasaki e outros dirigentes dos Estados Unidos sempre temeram que se não mantivessem os EUA em estado de guerra permanente poderiam retroceder à depressão igual ou pior a de 1930.
O mundo inteiro sabe que o Irã será o próximo degrau desta escalada que vem sendo obedecida por sucessivos Governos que alimentam uma máquina de guerra permanente, na tentativa de evitar uma volta da Grande Depressão, manter o controle do mundo e implantar uma Nova Ordem Mundial.
Este câncer imperialista é alimentado e comandado pelas frações mais altas do grande capital financeiro e industrial do mundo americano do norte. São lubrificado pelos Rotchilds, Rockefellers, companhias maçônicas, illuminatis e do Grupo Bilderberg. A ?desinformação da mídia? e a visão distorcida do mundo é uma tributação atroz que é subsidiada por essa máquina de guerra permanente chamada Estados Unidos da América e seus cúmplices.
Eles, os donos do mundo, junto com o poder norte-americano, acreditam que os EUA têm o direito de comandar o mundo e aqueles governos que desafiarem ?o poder por eles exercido? sofrerão bloqueios econômicos, ou serão depostos pela frente ou por trás dos panos.
Estão além da lei, o que não é raro para um império e o mundo obedece. 

Fonte:"Petróleo: o ouro negro" - documentário, dirigido por Josh Tickell,

Nenhum comentário: